Pesquisa

As pesquisas desenvolvidas no Laboratório de Ecologia e Evolução (LEEv) têm caráter multidisciplinar e abrangem diversas áreas do conhecimento, como história natural, ecologia, reprodução, bem-estar animal, genética, comportamento, sistemática, biologia molecular, taxonomia, filogenia, biogeografia e evolução dos répteis sul-americanos.

Além disso, o LEEv investiga aspectos relacionados à toxinologia, com foco nos venenos de animais peçonhentos, e desenvolve estudos voltados à divulgação científica e à educação em espaços não escolares.

Integrando a produção científica com práticas educativas, o laboratório busca criar estratégias para enfrentar os desafios atuais da perda da biodiversidade e das mudanças climáticas, contribuindo para a conservação da fauna brasileira e a proteção da diversidade genética das espécies de répteis.

Áreas de atuação

História natural Ecologia Reprodução Bem-estar animal Genética & biologia molecular Comportamento Sistemática Taxonomia Filogenia Biogeografia Evolução Toxinologia Divulgação científica Educação
Pesquisa no LEEv

Centro bioanalítico

Infraestrutura avançada em espectrometria de massas a serviço da biodiversidade e da toxinologia.

Viabilizado pelo programa EMU-FAPESP, o Centro bioanalítico representa um marco estratégico que funde a expertise do LEEv com a bioquímica analítica de ponta.

Este espaço está equipado com um espectrômetro de massas tipo Q-TOF de última geração para investigações aprofundadas em proteômica e metabolômica.

Esta capacidade é complementada pela imagem por espectrometria de massas (MALDI-Imaging), que mapeia a distribuição espacial de moléculas nos tecidos, e por um sistema automatizado de fracionamento e “desreplicação” que, com o auxílio de ferramentas de bioinformática, acelera a descoberta de compostos inéditos ao filtrar moléculas já conhecidas.

Plataforma analítica de última geração

O Centro bioanalítico integra:

  • Espectrômetro de massas Q-TOF para análises em proteômica e metabolômica;
  • MALDI-Imaging para mapeamento espacial de moléculas em tecidos;
  • Sistema automatizado de fracionamento e “desreplicação”;
  • Sistema de bioinformática auxiliando a triagem rápida de compostos inéditos.

Essa infraestrutura fortalece a interface entre toxinologia, biodiversidade e inovação, apoiando projetos colaborativos e formação de recursos humanos altamente qualificados.